
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
domingo, 25 de maio de 2008
SP vive boom de casas rachadas
Um raio dificilmente cai no mesmo lugar. Mas parece 'perseguir' uma família paulistana. Desde os anos 30, a aposentada Zilda Durante Zamariola morava numa casa térrea com jardim na Rua Capri, em Pinheiros. A cratera do Metrô, em fevereiro de 2007, trincou as paredes onde ficavam as fotos da família. Semanas após o acidente que matou sete pessoas, dona Zilda alugou um sobrado na tranqüila Rua Eugênio de Medeiros, também em Pinheiros. A lavanderia, porém, agora é um grande buraco. O box do chuveiro do banheiro e a garagem ruíram. E, mais uma vez, ela está desabrigada.'A parede rachou inteira, o solo começou a abrir... Parece que temos azar, né', diz sua nora, Marcia Rochel Zamariola. A falta de sorte, no entanto, não pode explicar sozinha o acidente. Essa e outras 28 casas da rua foram afetadas pela construção do WT Nações Unidas, luxuoso condomínio empresarial com duas torres e mais de 80 mil metros quadrados de área, que será entregue no segundo semestre. Para a construção de quatro subsolos de garagens, engenheiros rebaixaram o lençol freático, procedimento normal em obras de São Paulo. Mas o solo da região, uma mistura problemática de argila e areia, se reacomodou e causou as trincas nas casas. 'Quando vi as rachaduras, lembrei na hora do metrô', diz Marcia. 'E achei que tudo ia cair.'Seria apenas infelicidade se não fosse uma cena recorrente na cidade que lança mais de um prédio por dia. Segundo levantamento do Estado com ajuda do Ministério Público Estadual, pelo menos outras 25 vias paulistanas apresentaram casos semelhantes nos últimos dois anos. A Prefeitura, que nem sequer conta com um mapa do subsolo da capital, não tem legislação para disciplinar a atuação das construtoras em relação ao subterrâneo. E o resultado aparece nas paredes.A WTorre, que está construindo o WT Nações Unidas, afirmou em nota que antes da obra 'foram realizadas as necessárias e recomendadas análises para avaliar possíveis impactos no entorno'. E criou um grupo para acompanhar impactos nas casas próximas e manter com os proprietários 'relação aberta e transparente'. 'Em função dos problemas ocorridos, foi solicitado que cada morador/proprietário fizesse orçamento dos gastos necessários à adequada reparação: a WTorre pagará o valor atualizado monetariamente, sem ressalvas, e os responsáveis pelos imóveis contratarão diretamente empresas que tiverem selecionado para execução dos serviços. E ainda terão direito a três meses de auxílio moradia (enquanto durarem as reformas), além de despesas pagas para as mudanças.' O Estado de São Paulo.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
terça-feira, 6 de maio de 2008
Buraco em Porto Alegre

Buraco engole automóvel em Porto Alegre
Um carro quase foi engolido pelo chão na noite de domingo na Rua Professor Pedro Santa Helena, no bairro Jardim do Salso, em Porto Alegre. Os dois passageiros do Ford Fiesta - Johanna Coelho Von Mühlen, 28 anos, e seu filho Arthur, de cinco anos - saíram ilesos.Conforme a prefeitura, um rompimento na canalização do Arroio Mem de Sá causou o desmoronamento da calçada. Segundo Johanna, foi como um filme que ela só começou a entender bem mais tarde. Ela recorda que estacionou na calçada em frente à casa de sua mãe, às 22h de domingo.- Os carros andam muito depressa naquela rua, por isso é costume a gente colocar pelo menos duas rodas na calçada para poder desembarcar em segurança. Foi o que fiz - afirmou a mulher.Johanna lembra de ter puxado o freio de mão e percebido a frente do carro afundando. Arthur teve calma suficiente para ajudar a mãe.- Ele tirou de letra e me disse "mãe, abre o porta-malas. Vamos sair por lá". Como eu tenho uma tranca de segurança por dentro do porta-malas, ficou fácil. Mas a ficha só está caindo agora.A assessoria de imprensa do Departamento de Esgotos Pluviais (DEP) informou que os reparos deveriam estar concluídos até o final da manhã de hoje.
Um carro quase foi engolido pelo chão na noite de domingo na Rua Professor Pedro Santa Helena, no bairro Jardim do Salso, em Porto Alegre. Os dois passageiros do Ford Fiesta - Johanna Coelho Von Mühlen, 28 anos, e seu filho Arthur, de cinco anos - saíram ilesos.Conforme a prefeitura, um rompimento na canalização do Arroio Mem de Sá causou o desmoronamento da calçada. Segundo Johanna, foi como um filme que ela só começou a entender bem mais tarde. Ela recorda que estacionou na calçada em frente à casa de sua mãe, às 22h de domingo.- Os carros andam muito depressa naquela rua, por isso é costume a gente colocar pelo menos duas rodas na calçada para poder desembarcar em segurança. Foi o que fiz - afirmou a mulher.Johanna lembra de ter puxado o freio de mão e percebido a frente do carro afundando. Arthur teve calma suficiente para ajudar a mãe.- Ele tirou de letra e me disse "mãe, abre o porta-malas. Vamos sair por lá". Como eu tenho uma tranca de segurança por dentro do porta-malas, ficou fácil. Mas a ficha só está caindo agora.A assessoria de imprensa do Departamento de Esgotos Pluviais (DEP) informou que os reparos deveriam estar concluídos até o final da manhã de hoje.
Galerias subterrâneas
Se existem galerias subterrâneas e erosões silenciosas, a qualquer momento afundaremos?
Será que não existe um big ultrassom que localize essas crateras?
Será que não existe um big ultrassom que localize essas crateras?
Buraco - Av. 9 de Julho Alt. n. 5966
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Buracos das ruas, avenidas e calçadas
Se olharmos do alto quantos buracos preenchem nossas calçadas e ruas?
Assinar:
Comentários (Atom)



.jpg)